A cada quatro anos, os fãs do futebol acompanham atentos um dos maiores eventos esportivos do mundo.

A Copa do Mundo junta povos e culturas diferentes correndo atrás da bola, todos com um único objetivo: gravar o seu nome na história do jogo.

Depois de a bola rolar nos gramados do Brasil, em 2014, neste ano, as atenções estão voltadas para o maior país do planeta.

Com história milenar, cultura e gastronomia muito ricas, uma viagem para a Rússia surpreende os visitantes, que encontram uma nação moderna e desenvolvida, mas que valoriza muito as suas tradições.

A competição ocorre entre os dias 14 de junho e 15 de julho em 11 diferentes cidades russas, todas com encantos e marcas deixadas desde o período dos Czares, os antigos imperadores do país europeu, passando pela época revolucionária até a queda da União Soviética, em 1991.

O Brasil, cinco vezes campeão mundial, faz a sua estreia no torneio no dia 17 de junho, na cidade de Rostov, contra a seleção da Suíça.

Vai viajar para a Rússia, o país da Copa do Mundo de 2018? Então veja, neste texto, as principais informações e sugestões para ter uma aventura inesquecível.

O início da história da Rússia

O vasto território da Rússia, que hoje ocupa 1/8 da área habitável do mundo, tem os primeiros vestígios de ocupação pelo homem que datam da pré-história.

Os povos eslavos, hunos e godos, entre muito outros, viveram na região, que começa no leste europeu, na fronteira com muitos países, como a Ucrânia, a Lituânia, a Estônia e a Finlândia.

Dado essa proximidade, as populações russas habitantes das margens do Mar Báltico tiveram contato com os Vikings, por volta do século 9 depois de Cristo. Os guerreiros nórdicos atacavam as pequenas vilas para saquear e capturar escravos.

Já na outra extremidade da Rússia, algumas de suas ilhas ficam a apenas alguns quilômetros do arquipélago do Japão e do Alasca, nos Estados Unidos.

Na fronteira ao sul, o país da Copa tem como vizinhos o Cazaquistão, a China e a Mongólia. A invasão e dominação da Rússia pelos mongóis, entre os séculos XII e XV, é o momento na história russa em que surgem os grandes imperadores, que unem os povos para vencer os invasores.

Os czares russos

A unificação da nação em torno de uma monarquia forte fez o país, mesmo que lentamente, desenvolver novas técnicas de produção de alimentos e riquezas, com destaque para o período do reinado de Pedro, o Grande.

O primeiro Czar da Casa dos Romanov iniciou uma dinastia de quase 300 anos, que atravessou muitas guerras, como a invasão do exército da França liderado por Napoleão Bonaparte no início do século XIX, e que só sucumbiu com a Revolução Russa, em 1917.

Arquitetura única

A arquitetura das construções na Rússia é única, tendo o estilo bizantino como a sua maior expressão.

As principais referências são os palácios, catedrais e prédios públicos construídos pelos czares, que atraem e encantam os turistas até hoje.

A Catedral de São Basílio, construída no século XVI e que fica na Praça Vermelha, na capital Moscou, é um dos maiores símbolos arquitetônicos do estilo russo.

Suas famosas cúpulas multicoloridas e em formatos de piões, sustentadas por torres esculpidas com formas geométricas, são de tirar o fôlego.

A Revolução Russa e o surgimento da URSS

O último Czar do Império Russo foi Nicolau II, que ascendeu ao trono em 1894. O país passava por condições severas, com grande parte da população do seu imenso território passando fome, enquanto uma pequena aristocracia vivia cercada de luxo e riqueza nos palácios da corte.

Em 1905, a Rússia acabou derrotada na guerra contra o Japão, o que forçou o Czar a permitir a formação de um Parlamento, enfraquecendo o seu poder e fazendo surgir lideranças que, mais tarde, plantariam a semente da Revolução Bolchevique, como o seu líder Vladimir Lenin.

A ebulição política continuou até 1914, quando a Rússia entrou na Primeira Guerra Mundial. O conflito contra as forças da Tríplice Aliança, formada pelo Império Austro-Húngaro, Alemanha e Itália, aprofundou a crise interna russa. Os trabalhadores das fábricas e do campo entraram em greve e aderiram à causa socialista.

Afundada numa crise econômica causada pelos gastos com a guerra, a monarquia não conseguia mais controlar o país. Os bolcheviques derrubaram o Czar Nicolau II em fevereiro de 1917 e o executaram junto a sua família no ano seguinte.

A guerra civil seguiu até 1922, quando o Exército Vermelho, liderado por Leon Trotsky, derrotou o Exército Branco e deu início a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). O comunismo liderava agora grande porção do planeta, com 15 repúblicas

Segunda Guerra Mundial

Quando o exército da Alemanha Nazista invadiu a URSS, em junho de 1941, o país já era comandado por Joseph Stalin, que governou com mão de ferro por mais de 30 anos.

Ao custo de cerca de 25 milhões de vidas russas, o Exército Vermelho, com a ajuda dos Aliados, Estados Unidos e o Reino Unido, expulsou o exército de Adolf Hitler. Em meados de 1944, a União Soviética iniciou uma contraofensiva que só parou em Berlim, com o fim do Terceiro Reich.

Mesmo com a vitória na guerra, o clima de tensão continuou. Os Aliados concordaram em dividir a Europa com a URSS, que aumentou a sua zona de influência e espalhou os ideais do socialismo por todo o mundo, preocupando as nações ocidentais.

A Guerra Fria

Historiadores datam o início da Guerra Fria no exato momento em que a Segunda Guerra Mundial terminou. Os anos seguintes ao conflito global tiveram um grande desenvolvimento tecnológico dos países vencedores.

A fabricação de bombas nucleares centenas de vezes mais potentes das que destruíram as cidades japonesas de Hiroshima e Nagasaki, no final da guerra, ajudaram na polarização entre os EUA e a União Soviética.

Os anos de hostilidades não resultaram em nenhuma agressão direta entre as superpotências, mas as ameaças de aniquilação mútua faziam as populações temerem o fim da Terra a qualquer momento. Um dos símbolos dessa divisão era o Muro de Berlim, na Alemanha.

Corrida Espacial

A expansão tecnológica e a conquista do espaço também eram tema da rivalidade entre o capitalismo e o comunismo.

Os russos saíram na frente e foram os primeiros a mandar um satélite para a órbita terrestre, conhecido como Sputnik. Os primeiros seres vivos a chegar ao espaço também foram enviados pela URSS: a cadela Laika, em 1957 e o cosmonauta Yuri Gagarin, em 1961.

Contudo, o grande desafio da humanidade naquele momento era saber qual país seria o primeiro a enviar um homem à Lua e, mais importante, trazê-lo com segurança à Terra.

No dia 20 de julho de 1969, a humanidade assistiu pela televisão ao astronauta americano Neil Armstrong pisar no satélite natural.

O feito dos americanos colocou fim à disputa espacial. O custo, literalmente, “astronômico” das viagens espaciais, mais o dinheiro gasto em ajuda aos países alinhados ideologicamente à URSS, acabou por fragilizar as finanças do bloco soviético.

A Perestroika e o fim da URSS

Quando Mikhail Gorbachev assumiu como primeiro-secretário do Partido Comunista, em 1985, a União Soviética já mostrava sinais de colapso.

O político lançou um plano chamado Perestroika, um conjunto de medidas que visavam a reestruturação política, econômica e social do bloco soviético.

A ideia de Gorbachev era abrir a economia da URSS, atrasada tecnologicamente devido aos anos de protecionismo e intervenção do estado comunista. A fragmentação política enfraqueceu ainda mais o governo central de Moscou, que começou a ruir quando caiu o Muro de Berlim, em 1989.

O fim da URSS estava próximo quando, em 1991, uma tentativa de golpe militar expôs a fragilidade do comando do Partido Comunista. O bloco viu, uma a uma, as suas repúblicas declararem independência. Em 31 de dezembro de 1991, a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas deixou de existir depois de 69 anos de domínio.

A nova Rússia

Com a queda da URSS, a Rússia herdou grande parte do seu território, o que a manteve como o maior país do mundo em extensão, agora sob o comando de Boris Yeltsin.

Dona de enormes reservas de recursos naturais, como o gás, minérios e petróleo, o novo governo da Federação da Rússia promoveu um acelerado processo de desestatização, o que deu a origem a monopólios privados e proporcionou o surgimento de diversos milionários russos, algo impensável nos tempos do comunismo.

Entre os anos 1990 e os 2000, a Rússia atravessou uma pesada crise financeira, que tirou o protagonismo da nação e diminuiu a sua influência na geopolítica mundial.

As taxas de desenvolvimento econômico só voltaram a crescer quando Vladimir Putin, um ex-agente da KGB, a agência de espionagem da URSS, assumiu o poder. O novo líder também foi o responsável pelo restabelecimento da sensação de respeito dos outros atores internacionais perante a Rússia.

Hoje a Federação Russa é um país moderno, com boa infraestrutura de hotéis, hospitais, portos e aeroportos, que proporciona ótima qualidade de vida aos seus cidadãos e visitantes. Os níveis educacionais e de expectativa de vida também subiram, preparando o país para um futuro promissor.

As principais características do clima da região

As terras russas são conhecidas por seu clima fustigante durante o seu longo inverno, que foi capaz de parar as invasões napoleônicas e dos nazistas. Além do frio intenso, a estação também tem os dias mais curtos, quando demora para amanhecer e o sol se põe no meio da tarde.

Mesmo na parte mais ocidental da Rússia, como nas cidades de Moscou e São Petersburgo, as temperaturas podem chegar aos 10 graus negativos. A situação só piora no extremo leste do país. Em regiões como a Sibéria, a neve é presente durante todo ano e o termômetro chega a registrar 30 graus negativos.

Na região sudoeste da Rússia, às margens do Mar Negro, fica a cidade-resort de Sochi, que costuma atrair muitos turistas, tanto no inverno como no verão.

Na estação mais fria, as montanhas do Cáucaso servem como estações de esqui e foram sede dos Jogos Olímpicos de Inverno, em 2014. Já na época de calor, os russos correm para aproveitar as praias e o sol, tão raro nessa parte da Terra.

No verão, que começa em junho e termina em agosto, as coisas mudam de figura. O calor, principalmente na região oeste do país, costuma ser bastante forte. Os russos aproveitam para passar mais tempo ao ar livre, frequentando parques, festivais, feirinhas, praias e lagos.

Nessa época, os dias duram bem mais, com o sol se pondo apenas às 23:00 em alguns dias do ano, fenômeno conhecido como Noites Brancas, que até deu nome a um dos romances do maior escritor russo: Fiódor Dostoiévski. O amanhecer não demora a chegar, quando é possível ver os primeiros raios do dia às 3:00 da madrugada.

A Rússia tem um território tão extenso, que existem 11 fusos-horários, então, um russo pode estar jantando em Moscou, enquanto um morador de Vladivostok, na costa do Pacífico, estará tomando o seu café da manhã.

A melhor época para fazer uma viagem para a Rússia

Quando nós brasileiros pensamos em viajar para um destino de muito frio no inverno, como é o caso da Rússia, logo colocamos uma enorme barreira para tomar essa decisão.

Como não estamos acostumados às baixas temperaturas, a primeira ideia que temos é que uma viagem para a Rússia só pode ser feita no verão.

É verdade que o frio e a neve podem restringir o passeio, mas devemos lembrar que existem milhões de pessoas vivendo ali, e eles não ficam em casa o inverno todo esperando o calor chegar. A vida dos russos segue como a nossa, contudo, eles têm atividades um pouco diferentes para cada período do ano.

No frio, é comum os russos frequentarem museus, teatros e o balé, aproveitando os ambientes fechados e com aquecimento. No verão, é ao contrário, quando a população da Rússia prefere eventos ao ar livre, como shows, atividades físicas e piqueniques.

Sendo assim, não é nenhum absurdo visitar o país em qualquer época do ano. O que interessa é o espírito aventureiro e a vontade do turista de conhecer realidades muitos diferentes das encontradas no Brasil.

O perfil de viajante ideal para passar um tempo no país

A Rússia é um lugar com tantas peculiaridades, que qualquer turista consegue encontrar pontos de seu interesse no país. Tudo depende do tipo de viagem que pretende-se fazer.

O pessoal mais aventureiro pode explorar a Transiberiana, linha de trem que corta a Rússia, passando pela Sibéria e que liga o país à Mongólia e à China, em mais de 9 mil quilômetros de extensão. Outra opção é aventurar-se na região dos Montes Urais, onde o visitante verá picos de neve e lindas paisagens.

Quem é mais ligado em conhecer a cultural local ou fará uma viagem para a Rússia com crianças, as cidades de Moscou, São Petersburgo e Kazan oferecem muitas opções de lazer, além de terem infraestrutura de primeiro nível para receber turistas.

Um tipo de turismo que tem atraído muitas pessoas é a possibilidade de usar veículos e armas militares do tempo da URSS. Você pode andar de tanque de guerra ou pegar uma carona em um jato supersônico a preços bem acessíveis. Tudo isso, claro, feito sob supervisão de especialistas.

Outro benefício que torna a Rússia um destino excelente para os brasileiros é o fato de não ser necessário visto para entrar no país. Graças a um acordo bilateral, basta os cidadãos das duas nações apresentarem um passaporte válido na imigração e a entrada é permitida por até 90 dias.

Os preparativos do país para a Copa do Mundo

O torneio de futebol mais popular do mundo vai contar com 32 seleções, divididas em 8 grupos.

A Copa do Mundo, como manda a tradição, começa com a partida entre o país anfitrião, a Rússia, contra a Arábia Saudita, em Moscou, no dia 14 de junho, no estádio Luzhniki, que tem capacidade para 81 mil pessoas.

Apesar de toda extensão do território russo, as 11 sedes (12 estádios) ficam concentradas na região mais ao oeste da Rússia. Confira quais cidades receberão as partidas da competição:

As 11 sedes da Copa do Mundo são:

  • Ecaterimburgo (Ecaterimburgo Arena);
  • Kaliningrado (Estádio de Kalinigrado);
  • Kazan (Kazan Arena);
  • Moscou (Estádio Luzhniki e Estádio Spartak);
  • Nizhny Novgorod (Estádio de Nizhny Novgorod);
  • Rostov-on-Don (Arena Rostov);
  • Samara (Samara Arena);
  • São Petersburgo (Estádio de São Petersburgo);
  • Saransk (Arena Mordóvia);
  • Sochi (Estádio Olímpico de Fisht);
  • Volgogrado (Arena Volvogrado).

O país reformou antigos estádios e construiu outros do zero, além de investir na modernização do transporte público e na adaptação das cidades para receber os turistas de todo o mundo. Uma das maiores dificuldades para os estrangeiros é com a língua russa, então, as sinalizações em espaços públicos foram traduzidas para o inglês.

Quem pensa em fazer uma viagem para a Rússia durante o mundial nota que a cidade-sede mais oriental é Ecaterimburgo, que fica a 1.700 km de Moscou. A cidade ficou marcada na história de forma macabra, já que o Czar Nicolau II e a sua família foram executados ali pelos bolcheviques, em 1918.

Pontos turísticos para visitar

A Rússia tem alguns dos atrativos turísticos mais belos do mundo. A arquitetura dos palácios, museus e até as estações de metrô são ricas em luxo e detalhes.

A seguir, apresentamos os locais que merecem uma visita durante a sua viagem para a Rússia.

Praça Vermelha

A lendária praça localizada na área central de Moscou, foi palco dos grandes desfiles militares na época soviética. Hoje é um dos pontos turísticos mais visitados da Rússia.

A Praça Vermelha é onde ficam, entre outras atrações, a Catedral de São Basílio, o Kremlin, a sede do governo russo, e o Museu Histórico do Estado.

A Seleção Brasileira joga em Moscou contra a Sérvia, no dia 27 de junho, no Estádio Spartak, em partida válida pela primeira fase da Copa do Mundo.

Catedral de São Basílio

As torres da Catedral de São Basílio, que faz parte da Igreja Ortodoxa Russa, são conhecidas mundo afora por suas cúpulas coloridas e entalhada com formas geométricas.

Sua construção foi ordenada por Ivan, o Terrível, entre os anos de 1555 e 1561. É possível visitar em qualquer época do ano o interior da catedral, que é tão surpreendente quanto a área externa.

Museu Hermitage

Localizado na bela São Petersburgo, o Museu Hermitage foi inaugurado em 1764 pela czarina Catarina, a Grande, no local onde ficava o Palácio de Inverno da monarquia.

Só a arquitetura do conjunto de palácios já vale a visita, no entanto, o Hermitage é também um dos museus mais completos da Terra. Sua coleção inclui obras de Picasso, Renoir, Matisse, Cézanne e Rembrandt.

Uma das atrações mais procuradas da Rússia, é recomendado ao visitante comprar os ingressos antecipados pela internet para evitar as enormes filas.

São Petersburgo receberá 7 partidas durante o mundial de futebol, incluindo uma das semifinais. O palco dos jogos será a Arena Zenit, que foi construída ao longo de 10 anos, sendo inaugurada em 2017. O Brasil joga na cidade contra a Costa Rica, no dia 22 de junho, ainda pela fase de grupos.

Peterhof

Conhecido como o “Versailles Russo”, o Peterhof é um conjunto de palácios, jardins e fontes d’água com todo o luxo e riqueza de detalhes dignos de uma dinastia que esteve no poder por 300 anos, como os Romanov.

No interior das construções, que ficam em São Petersburgo, é possível ver a mobília, peças de vestuário e muitos objetos dos Czares e suas famílias.

Teatro Bolshoi

O imponente Teatro Bolshoi é um marco de Moscou. Foi inaugurado no dia da coroação do Czar Alexandre II em 1856 e recebe grandes apresentações de ópera, balé, teatro, música clássica e até programações infantis.

Em 2011 terminou uma grande obra no Bolshoi, que restaurou as decorações e estruturas originais, mas também modernizou a sala de espetáculos com equipamentos de última geração.

O teatro tem visitas guiadas (em inglês) às segundas, quartas e sextas, quando é possível conhecer o interior de uma das construções mais luxuosas da Rússia e saber informações sobre detalhes dessa majestosa atração.

Jardim de Alexandre

Um oásis tranquilo e verdejante no meio de Moscou, o Jardim de Alexandre está aos pés da muralha do Kremlin, centro do poder russo.

O parque público foi um dos primeiros da capital e tem belas fontes, esculturas e jardins bem cuidados. Os fãs da história da Segunda Guerra Mundial podem conhecer o monumento “O Túmulo do Soldado Desconhecido”.

Estações do metrô

As construções onde ficam as estações de metro de Moscou e São Petersburgo são monumentais, e as suas fotos já ficaram famosas nas redes sociais.

A riqueza de detalhes e o luxo aplicado em cada uma dessas estações merece uma visita. Você pode aproveitar a boa rede de transporte público dessas cidades russas para ir aos jogos da Copa, e ainda apreciar toda a extravagância arquitetônica desses terminais, cujo estilo é herança da URSS.

É a hora de decolar rumo à Rússia

Pronto para curtir umas férias no maior país do mundo? Uma viagem para a Rússia é uma aventura cultural inesquecível, além de ser uma ótima oportunidade para torcer pelo Brasil durante a Copa do Mundo.

Agora que você já conhece bastante sobre o país da Copa do Mundo, compartilhe este conteúdo com os seus amigos nas suas redes sociais! Quem sabe eles embarcam nessa viagem com você!