Quem enfrenta uma rotina corrida de trabalho e mal tem tempo para a família sonha com férias relaxantes, capazes de recarregar as energias. Mas e quando o dinheiro anda curto? Como viajar gastando pouco para não voltar para casa com mais dívidas do que quando foi?

Não se preocupe. É possível planejar a viagem de modo a agradar a todos, sem desequilibrar as contas e sem prejudicar a qualidade das férias. Leia o nosso artigo até o fim, pois temos muito o que contar sobre viajar com economia!

Planeje sua viagem com antecedência

O primeiro passo é decidir que tipo de férias você quer. No Brasil ou no exterior? Só o casal ou com crianças? Destinos de verão ou de inverno?

Sabendo claramente o que a família deseja, é hora de planejar. O ideal é começa uns três meses antes para conseguir os melhores preços. Assim, você vai ter tempo de sobra para pesquisar e escolher com calma.

Veja abaixo exemplos do que você precisa saber.

  • Quais são os preços de passagens aéreas, horários e conexões mais convenientes?
  • O voo vai oferecer entretenimento para evitar que as crianças se aborreçam?
  • Que hospedagem será mais econômica em seu destino?
  • Que tipo de alimentação a família vai receber? A acomodação oferece cozinha?
  • Como preparar uma mala de acordo com o clima do local?
  • Que passeios vão agradar a todos do grupo?
  • Que tipo de programação infantil será oferecida?
  • Que seguro de viagem contratar?
  • Em passeios internacionais, que moeda levar? Cartão de crédito é melhor que dinheiro vivo?

Como dá para ver, as perguntas são muitas e você precisará de tempo e paciência para pesquisar e encontrar as respostas. Quanto mais informações recolher, mais segura, tranquila e econômica será sua viagem.

Confira a localização e o custo-benefício das acomodações

Mesmo quem não tem dinheiro sobrando procura conforto e comodidade quando sai de férias, não é? Afinal, você quer descanso e diversão, e não aborrecimento e estresse.

Um charmoso hotel em um lugar tranquilo, afastado da agitação da cidade, pode parecer uma boa escolha a princípio, mas será mesmo? Quem não tiver carro vai depender de transporte público para os passeios. Isso significa gastos extras, além da perda de tempo nos pontos de ônibus e nos deslocamentos. Principalmente se você vai ficar poucos dias naquela cidade, a localização do hotel faz toda a diferença.

Assim, pagar um pouco mais para estar perto do centro é uma maneira de ganhar tempo e se livrar do estresse. Pense como será ótimo poder voltar ao hotel e descansar meia hora depois do almoço, ou então tomar uma ducha no final do dia antes de sair para jantar. Impossível fazer isso se você estiver hospedado a 15 quilômetros de distância das principais atrações da cidade, certo?

O tipo de hospedagem também influi muito no orçamento de quem quer viajar gastando pouco. Compare os preços e veja o que compensa para você:

Apart-hotel

Como o nome sugere, eles são uma mistura de hotel com apartamento. Você conta com os serviços de um hotel, como recepção, café da manhã, limpeza diária, serviços de quarto etc. Muitos estabelecimentos oferecem piscina e estrutura de lazer, além de programar os passeios.

Mas a acomodação é mais que um quarto de hotel. É um flat confortável, com cozinha equipada para preparar refeições e lanches para as crianças. Para quem viaja em família, o custo-benefício de se hospedar em um apart-hotel pode ser bem compensador.

Apartamento para temporada

Para estadias longas com a família ou grupo de amigos, alugar um apartamento sai muito mais em conta do que pagar diárias de hotel. Dependendo da temporada, você ainda pode negociar um bom desconto com o proprietário, pois ele vai preferir aceitar um preço menor do que deixar o imóvel fechado.

Viajando com mais pessoas, o preço do aluguel do apartamento pode ser dividido por todos do grupo, o que vai pesar menos no bolso de cada um.

Assim como no apart-hotel, a comodidade de ter uma cozinha traz economia. Fazer compras no supermercado e preparar as próprias refeições ajuda a economizar um bom dinheiro, que poderá ser gasto em diversão e passeios.

Outro aspecto positivo é quanto à privacidade. Em um apartamento, o casal pode ter seu próprio quarto separado das crianças, como se estivesse em casa. Por outro lado, ao se hospedar em um hotel dividindo o mesmo quarto com a família toda, não há essa privacidade.

Troca de casas

Você vai para a casa de alguém e esse alguém vem para a sua casa. Esse hábito é bem comum em países estrangeiros, e já fizeram até um filme muito divertido sobre isso, que se chama “O amor não tira férias”.

A ideia de ceder sua casa para estranhos não é atraente? Então faça isso com amigos ou parentes. Aquela prima que tem casa na praia pode estar precisando passar uns dias na cidade onde você mora. Proponha uma troca de casas!

Considere ficar em um hostel (albergue)

Quando você ouve falar em hostel, ou albergue, pensa logo em um enorme dormitório cheio de beliches, roupas espalhadas, botas fedorentas, gente roncando, outros chegando bêbados de madrugada?

Isso pode acontecer sim, mas saiba que os hostels são uma excelente opção de hospedagem econômica, confortável e divertida — se você souber escolher!

Hoje em dia, os hostels não são procurados só por jovens mochileiros. Eles também são frequentados por famílias com crianças, por casais, pela turma da terceira idade e qualquer pessoa interessada em economia e socialização.

Os espaços de convivência são ideais para encontrar gente de outros países e fazer novas amizades. As áreas comuns oferecem TV, instrumentos musicais, livros e, muitas vezes, até bar, restaurante e terraço com piscina. Tudo isso sem mencionar a cozinha equipada, tão útil para quem viaja com filhos.

A maioria dos hostels dispõe de dormitórios e quartos privativos. Crianças não podem ficar em dormitórios compartilhados, mas, se seu grupo é maior, peça para “fechar” um dormitório só para vocês. Em quartos particulares, é possível pedir cama extra para a criança ou bebê.

E um detalhe fundamental para economizar em transporte: a localização dos hostels costuma ser imbatível. Quer exemplos? Em Lisboa, Portugal, existe um hostel no último andar da Estação ferroviária do Rossio e outro bem em cima do Cais de Sodré, de onde partem barcos e trens. E no Porto, no norte do país, há um excelente hostel dentro da Estação de São Bento, a principal da cidade. Os trens param a dez passos da entrada do hostel!

Use milhas aéreas na reserva de passagens

Quem quer viajar gastando pouco jamais pode se esquecer de se cadastrar nos programas de milhagem das companhias aéreas. Os chamados programas de fidelidade são destinados a premiar os passageiros frequentes e incentivar as pessoas a voarem sempre pela mesma companhia ou com parceiros.

Cada viagem vale certa quantidade de pontos, dependendo da distância e do tipo de tarifa paga. Ao acumular pontos suficientes, você pode até ganhar um bilhete-prêmio e ir de graça. Muitos programas aceitam a complementação do pagamento com dinheiro, se a pessoa não tiver todos os pontos necessários para ganhar o trecho.

Você também acumula pontos ao usar serviços de parceiros, como lojas, locadoras de veículos e, principalmente, cartões de crédito. E mais: há sites que fazem a conexão entre pessoas que disponibilizam seus pontos e os que querem viajar pagando menos. Você compra as milhas acumuladas por outros passageiros e pode economizar até 40%.

E se foi você quem acumulou as milhas mas não tem planos para viajar, pode cedê-las para outras pessoas e ganhar algum dinheiro. Então, nunca menospreze suas milhas. Sempre que for pegar um avião, cadastre-se no programa de fidelidade da empresa aérea e exija seus pontos.

Compre passagens aéreas baratas pela internet

A Internet colocou um mundo de facilidades na mão de quem quer viajar. Existem milhares de sites e aplicativos para pesquisar, comparar preços e encontrar passagens aéreas baratas.

Alguns ótimos sites para pesquisar voos mais em conta são Skyscanner, Decolar, Kayak e Google Flights. É só preencher os campos de origem, destino e datas de seu interesse e o aplicativo apresenta uma lista de todos os voos disponíveis. Isso vai poupar o trabalho de entrar nos sites de todas as companhias aéreas para encontrar o menor preço.

Outro bom recurso disponibilizado pelas ferramentas de pesquisa na internet: você pode criar um alerta e receber um aviso por e-mail quando o preço baixar. Então, com alguns meses de antecedência, registre o voo de seu interesse nesses sites e peça para ser avisado da alteração de valor.

Outra boa ideia é descobrir todos os aeroportos que servem seu destino ou que estão próximos. Muitas companhias menores usam aeroportos secundários, o que pode influenciar as tarifas. Nos sites dos aeroportos, você pode descobrir que empresas aéreas voam para lá e pesquisar os preços praticados por elas.

Para trechos internos no exterior, use as companhias aéreas low cost — que ainda não chegaram ao Brasil, infelizmente. Nos sites de empresas como Ryanair, EasyJet, Vueling, Air Berlin, Aer Lingus e outras, você encontra passagens até por menos do que pagaria em uma viagem de trem.

O que você precisa se lembrar sempre é de conferir cuidadosamente as condições da compra, pois quanto mais barata a passagem, mais haverá restrições quanto a bagagens, alterações e cancelamentos.

Fique de olho em promoções e descontos sazonais

Claro que promoções e descontos fazem uma enorme diferença no orçamento, não é?

Principalmente quando se trata de valores de passagens aéreas, que oscilam com frequência, é bom ficar sempre de olho. Temos algumas ótimas sugestões para você não perder a oportunidade de economizar!

1. Como já dissemos acima, cadastrar-se em sites de busca e pedir para ser quando o preço baixar é uma boa maneira de saber de promoções e descontos.

2. Recebeu o alerta com um preço imperdível? Reserve diretamente no site da empresa aérea e não no site de busca, pois eles podem cobrar uma taxa pelo serviço.

3. Assine a newsletter das companhias aéreas que fazem a rota de seu interesse. Assim, você receberá informações de promoções e descontos em primeira mão.

4. Como assinante da newsletter da empresa aérea, você também terá acesso a ofertas de última hora, que podem ser muito vantajosas. Elas podem aparecer poucos dias antes da partida, então acostume-se a manter a documentação de viagem sempre em dia.

5. Já comprou a passagem e viu que o preço caiu no dia seguinte? Você tem direito de cancelar até 24 horas depois da compra, desde que a partida não aconteça em menos de uma semana. Então, se achou passagem mais barata no dia seguinte ao da compra, cancele imediatamente a já comprada e reserve de novo.

6. Lembre-se de conferir se crianças e pessoas de mais idade voam com tarifa reduzida. Na pressa de reservar logo para aproveitar o preço, detalhes importantes como esse podem passar despercebidos.

7. Teve problemas no voo? Os equipamentos da poltrona não funcionavam? Alguma falha nos serviços comprometeu seu conforto?

Assim que puder, escreva ao serviço de atendimento ao cliente e reclame, sempre de maneira educada. Relate detalhes do ocorrido e anexe uma cópia de seu cartão de embarque. As companhias aéreas buscam sempre a satisfação do passageiro. Se sua reclamação tem fundamento, você tem boas chances de ganhar um voucher de desconto para um voo nas próximas férias.

8. E as promoções de hospedagem e serviços, como encontrar? Dê uma boa conferida nos sites de compras coletivas e veja as ofertas para sua cidade de destino. Você pode encontrar grandes descontos em restaurantes, pousadas, salões de beleza, passeios e outras opções de entretenimento.

Opte por um destino pouco procurado

Rio de Janeiro na passagem de ano? Salvador no Carnaval? Natal Luz em Gramado? Verão no Havaí ou em Ibiza? Com certeza, serão passeios inesquecíveis! Mas os preços estarão nas alturas, então nenhuma das opções vai atender ao objetivo de viajar gastando pouco.

A lei da oferta e da procura funciona no turismo também, é claro. Então, quanto mais disputado for um destino, mais altas serão suas despesas por lá. Se a ideia é economizar, escolha destinos menos “badalados”.

No Brasil

O site Custo de Vida reúne informações fornecidas pelos próprios moradores de várias cidades brasileiras, incluindo preços de restaurantes, bares, transportes, supermercados, acomodações etc.

Veja abaixo alguns lugares que fazem parte da lista de cidades com custo de vida até 50% menor do que São Paulo e, por consequência, têm um turismo mais barato:

  • Aracaju, João Pessoa e Maceió, entre as capitais nordestinas;
  • Vila Velha (ES), colada em Vitória, a capital capixaba e próxima de Guarapari;
  • São Leopoldo (RS), perto de Porto Alegre e com fácil acesso às Serras Gaúchas;
  • Porto Seguro e Ilhéus, na Bahia.

Outros destinos menos procurados podem incluir as montanhas de Minas Gerais, com suas belas cachoeiras, como a região da Serra do Cipó, a 100km da capital Belo Horizonte, e o Parque Nacional do Caparaó, na divisa com o Espírito Santo.

A região Centro-oeste do país reserva as belezas do pantanal mato-grossense e das chapadas. Faça uma pesquisa na internet para descobrir destinos alternativos.

Na região Norte, São Luís (Maranhão) também é uma boa pedida.

Na América Latina

O site Skyscanner indica destinos econômicos nos países latinos e cita nomes como:

  • Quito, a capital do Equador;
  • Cuzco, no Peru;
  • A reserva ecológica de Cabo Polonio, no Uruguai, para os aventureiros;
  • La Paz, a capital da Bolívia;
  • Bogotá, a capital da Colômbia.
  • Nicarágua e Guatemala, na América Central.

Na Europa

Para fugir dos destinos mais caros da Europa, o leste europeu é uma boa aposta e ainda reserva lugares menos procurados.

Veja exemplos de cidades com ótimo custo-benefício para viajantes:

  • Kiev, na Ucrânia;
  • Vilnius, na Lituânia;
  • Varsóvia e Cracóvia, na Polônia;
  • Riga, na Letônia;
  • Bucareste, na Romênia;
  • Sofia, na Bulgária;

As belíssimas Budapeste (Hungria) e Praga (República Tcheca), apesar de muito visitadas, continuam oferecendo ótimos preços para os turistas.

Na Ásia

Em termos de preços baixos e muita beleza, a Ásia é imbatível. Entre os destinos não muito procurados, vale a pena considerar uma visita a lugares como:

  • Butão, considerado um dos países mais felizes do mundo;
  • Nepal e seus espetaculares cenários no Everest;
  • Taiwan e sua gastronomia farta e barata;
  • Laos, com seu povo amigável e hospitaleiro;
  • outros destinos na Indonésia, além de Bali, que é muito procurada;
  • Vietnam, com sua riqueza cultural e precinhos supercamaradas.

Fique mais tempo em cada destino

Um dos fatores que pesam no custo de uma viagem, além de deixar todos cansados, são os deslocamentos internos. Quando o destino é a Europa, por exemplo, é natural querer aproveitar a proximidade entre os países e tentar ver o máximo no menor tempo possível. Assim, muitas pessoas cometem este erro: programam três dias em cada país e acabam a viagem de mau humor, estressadas e frustradas por não terem conhecido bem os lugares.

Imagine a situação: a família chega no aeroporto local, pega táxi com a bagagem até a acomodação, perde um tempo precioso no trajeto. Já no hotel, é hora de desfazer as malas, descansar, comer alguma coisa e usar o restinho do dia para ver algumas atrações.

No dia seguinte, correria para visitar o máximo possível, fazer algumas comprinhas, e já é hora de voltar ao hotel para fazer as malas e se preparar para o próximo destino. A história se repete a cada três dias até o final das férias: pouco tempo para ver tudo, muito cansaço e longas horas perdidas em deslocamentos.

Para desfrutar de tudo com calma e com economia, o ideal é passar pelo menos uma semana em cada destino. Haverá tempo para visitar as atrações e ainda viver como os locais, conhecendo pessoas, indo ao supermercado, usando transporte público etc.

Programar estadias mais longas em cada lugar é uma estratégia inteligente para quem procura viajar gastando pouco.

Dê preferência à baixa temporada no local

Outro aspecto importante para viagens mais baratas é observar a baixa temporada no local de destino. Muitas vezes, o período de baixa em seu local de origem não é o mesmo do lugar para onde você está indo nas férias.

Pense, por exemplo, que as estações do ano são invertidas no hemisfério sul e norte do planeta. Enquanto no Brasil é verão e as praias estão superlotadas, muitos países ao norte da linha do Equador enfrentam invernos rigorosos e as estações de esqui são os destinos mais procurados. A primavera e o outono são as melhores estações para viajar com economia.

É importante descobrir, também, se há eventos típicos, festas religiosas ou congressos internacionais acontecendo no mesmo período de sua viagem. Lembre-se da lei da oferta e da procura: quanto mais gente estiver buscando por voos, acomodações e restaurantes no seu destino, mais altos estarão os preços.

Planeje programas culturais e ao ar livre

Sempre haverá uma boa programação cultural acontecendo. Pode ser um concerto da orquestra sinfônica no parque, atividades infantis nas praças da cidade ou na praia, exposições em galerias de arte etc.

Um piquenique nos jardins ou um passeio de bicicleta para explorar os arredores da cidade vão fazer a alegria da família toda. Os destinos internacionais costumam oferecer extensa rede de ciclovias e ótima estrutura para ciclistas. Aproveite!

Pesquise sobre as atrações que não cobram entrada ou que são gratuitas em certos horários ou dias do mês. Até os museus mais famosos abrem as portas gratuitamente. Quer ver alguns?

Na França, em Paris:

  • Museu do Louvre: primeiro domingo do mês, a partir de outubro até final de março;
  • Museu d’Orsay: primeiro domingo do mês;
  • Palácio de Versalhes: primeiro domingo do mês, de novembro até março.

Na Espanha:

  • Museu do Prado (Madri): gratuito domingo, das 17h às 19h; segunda a sábado, das 18h às 20h;
  • Museu da Rainha Sofia (Madri): domingo, das 13h30 às 19h; segunda, quinta, sexta e sábado, depois das 19h;
  • Museu Picasso (Barcelona): às quintas, das 18h às 21h30, e no primeiro domingo do mês.

Na Inglaterra, em Londres, os principais museus são gratuitos, não importa o dia:

  • Galeria Nacional;
  • Museu Britânico;
  • Galeria Tate;
  • Museu de História Natural;
  • Museu Vitória e Alberto.

Na Itália:

  • O Coliseu de Roma é gratuito no primeiro domingo do mês;
  • Os Museus do Vaticano não cobram no último domingo do mês;
  • As Galerias da Academia e Uffizi (Florença) são gratuitas no primeiro domingo do mês.

Nos Estados Unidos da América:

  • O MoMA (Nova York) não cobra entrada às sextas, das 16h às 21h;
  • No Guggenheim (Nova York), você paga o que quiser aos sábados das 17h45 às 19h45;
  • A Galeria Nacional de Arte (Washington DC) é grátis todos os dias.

Agora que você leu o nosso artigo, já sabe que viajar gastando pouco é possível, sim! Basta não ter preguiça de pesquisar, planejar a viagem com antecedência, optar pela acomodação com melhor custo-benefício e ficar de olho nas promoções e nos programas gratuitos. Escolhendo a melhor época e reservando passagens aéreas com milhas, as férias serão ainda mais econômicas.

Viajar é um dos grandes prazeres da vida e um orçamento enxuto não é desculpa para se privar dele. Agora que você já sabe disso, conte aos seus amigos: compartilhe nosso artigo nas redes sociais!